Eu sou uma estranha para ti.
E eu sei que isso te machuca.
Me desculpa, mas eu não vou mudar.
Eu sou isto, eternamente presa no abraço de um sapo.
E eu sinto muito se o meu nojo e a minha fúria contra o mundo às vezes respingam em ti.
Mas eu só queria te dizer que, de vez em quando, eu te abraço mentalmente, sorrio para ti, passo a mão nos teus cabelos...
Quero que fiques bem, que aprendas a te cuidar, a ver...
Eu e a minha mania de te ensinar, de te enquadrar em um mundo que não é o teu.
Mais uma vez eu te peço desculpas.
Agora eu sigo.
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