Santiago, década de 1940 ou algo assim... Nesse lugar morava uma menina, filha de estancieiro. O seu pai já não tinha dinheiro algum, os fantasmas da família haviam levado todo o ouro para os seus túmulos... Mas o homem ainda mandava e desmandava naquela cidade... Em Santiago havia também um maquinista... Maquinista pobre... Mas que amava aquela menina... E ela correspondia ao amor do maquinista...
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Por se quererem muito, o maquinista e a menina passaram a se encontrar escondido... Ninguém nunca ficou sabendo o que ocorria naqueles encontros... Mas para marcarem tais momentos, eles trocavam bilhetes através de um menino que era vizinho do apaixonado maquinista... Garoto que depois iria virar um triste balconista de farmácia na grande Porto Alegre, mas esta já é outra história... O que importa é que, naquele momento, ele era apenas uma criança. Nada mais...
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O gurizinho levava mais um bilhete. No papel, o lugar de um encontro e as palavras “um beijo”... A mãe da menina, que fazia tempo estava desconfiada da filha, interceptou o garoto e disse que entregaria o bilhete ela mesma para a menina. A criança, alheia à malícia do mundo, entregou o recado para a mulher e se foi... Então, a velha esposa esperou a filha voltar da aula de bordado... Quando a menina chegou, levou um tapa e a ameaça de que o seu pai iria ficar sabendo de tudo logo, logo...
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Desespero... Nunca mais, nunca mais... Ele vai matá-lo... Ele vai me matar.... Que vergonha... Não, mãe, não!... AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
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A única solução que a menina encontrou foi ir até o quarto de seus pais, pegar o revólver escondido e dar um tiro na própria cabeça. O pai, que amava muito a sua filha, havia ensinado ela a atirar... Não sei o que aconteceu com o maquinista.
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ESSA TAVA DOIDONA?
ResponderExcluiraehEHAEHEAHEHA
dorgas !
ResponderExcluirASUDHASU
sucesso !
Que texto!!!! Li ávidamente cada linha. Muito bom seu blog. Parabéns!
ResponderExcluirainda bem que vc dividiu o texto pra ficar mais facil a leitura.pena que vc não soube o que aconteceu com o maquinista
ResponderExcluirExcelente texto, muito bem escrito. Você tem talento!
ResponderExcluirLílian Buzzetto do Mulherices.
O.O que coisa maluca huahuahua xD
ResponderExcluirAlguem andou cheirando gatinhos demais....
ResponderExcluirSe matar por medo....que coisa covarde.
ResponderExcluirNo começo pensei que fosse uma história real kkkk.
Parabéns!
essa foi uma história real
ResponderExcluirtexto bem bolado!!
ResponderExcluirLi o texto avidamente! Bem dinâmico, gostei!
ResponderExcluirq coisa....q triste
ResponderExcluirvisite meu blog
http://internetenimento.blogspot.com/
insano, espontaneo, simple e triste.
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