Eu não quero as tuas digitais sujas gravadas na minha carne...
Pois o mal é a única coisa que fizeste a tua vida inteira.
Então morra sufocado na tua podridão,
já espalhaste o suficiente dela pelo mundo...
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A tua ruína não é nada perto do que foi morto e continuou a andar...
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Mas o te ver findar não me consola, não me devolve...
Faço isso por que o sacrifício me atrai,
A culpa me sufoca,
E o amor que eu tenho por aquele outro que tu destrói
é maior do que os dois polvos que tu carrega...
E por que, no fim, eu sobrevivi....
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Mas que fique claro:
o próximo tu não atingirás...
Nada como a vontade de vingança para nos envolver nos enfrentamentos mais arriscados e perigosos. É preciso força e coragem para odiar as vezes...
ResponderExcluirTexto em contrase com o layout ''alegre'' do blog, hehe..mas ficou muito bom...
ResponderExcluirUM abraço...
http://estevespensando.blogspot.com/
Muito bom, principalmente o final. A responsabilidade dos afetados é fazer com que os outros não se afetem.
ResponderExcluirAbraço! ;)
http://anpulheta.blogspot.com
Lindo poema,parabéns!
ResponderExcluirLinda essa parte '' E o amor que eu tenho por aquele outro que tu destrói
é maior do que os dois polvos que tu carrega.''.O amor é maior que o sentimento de vingança!Parabéns!
...Depois eu que sou a Sylvia Plath...
ResponderExcluirEscrever sobre um sentimento ruim é fácil..escrever sobre um sentimento bom, também é.. porém, junta-los em um poema só sem confundi-los é uma tarefa difícil, que você cumpriu bem.
ResponderExcluirgostei.
paz e luz.
Que texto forte ! Um verdeiro desabafo, um "lavar a alma". E o mais importante, é a forma com que você o coloca, sem nenhuma mácula em seu interior! Você sobreviveu!
ResponderExcluirAbração