Realmente, eu sinto muito pelo que aconteceu,
eu queria ter podido te ajudar...
Ai, como doeu em mim aquelas mosquinhas voando,
o cimento fechando,
os necessários cumprimentos,
aqueles milhões de olhos que se abriram para ver o cortejo passar,
e o ar abafado, parado...
Ele também não sabia o que fazer...
....
E tu, ali... Não derramou uma lágrima.
Apenas rezou, pois era só o que poderia ser feito mesmo...
Mas a tua tristeza me invadiu, a tua camisa branca e o teu silêncio de criança que perdeu o jogo...
Realmente, eu sinto muito pelo que aconteceu...
.....
Não sei se isso te alegra,
ou se irás ficar mais triste com o meu egoísmo...
Mas eu admito que ali, ao mesmo tempo, eu tive orgulho de estar carregando um pedaço da tua grandeza...
Pois tu és grande, forte, limpo...
E eu te digo que se eu conseguir fazer com que essa árvore seja tão frondosa quanto tu,
poderei dizer que a minha passagem pela Terra serviu para alguma coisa...
são como moscas em carniças
ResponderExcluirTexto inteligente. Gostei da forma como você coloca os extremos - morte e beleza - juntos.
ResponderExcluirSucesso com o blog!
No mínimo intenso... Gostei!!
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